Sonhamos com escolas cheias de Tecnologia. Salas com data-show, notebook, quadro digital e outros. Esperamos que um dia isso vai acontecer. Sabemos que na educação, as mudanças não ocorrem como no mundo digital. Mas temos certeza, que mais cedo ou mais tarde as escolas farão parte desse contexto. Então, será que realmente estamos preparados para isso? E seria esse (da imagem) o papel das Tecnologias nas escolas? Se não, como deve ser?É preciso seguir criando problemas para que nossa vida tenha razão de ser! A solução dos problemas é o sentido da existência.
sábado, 4 de setembro de 2010
Tecnologias na Educação: uma reflexão
Sonhamos com escolas cheias de Tecnologia. Salas com data-show, notebook, quadro digital e outros. Esperamos que um dia isso vai acontecer. Sabemos que na educação, as mudanças não ocorrem como no mundo digital. Mas temos certeza, que mais cedo ou mais tarde as escolas farão parte desse contexto. Então, será que realmente estamos preparados para isso? E seria esse (da imagem) o papel das Tecnologias nas escolas? Se não, como deve ser?Uma Escola no Brasil
Uma comitiva do Parlamento Europeu, a convite do Lula e da sua Ministra, após as suas cirurgias de fimose e próstata, visitam uma escola modelo no nosso país maravilha.
Numa sala do primário cheia de jornalistas, a ensaiada professora com ambição a uma futura boa colocação, pergunta aos alunos:
- Onde existe a melhor escola?
- No Brasil. - Respondem todos.
- Onde existe computador portátil, distribuído pelo governo?
- No Brasil. - Respondem.
- E onde há os melhores recreios da América do Sul?
- No Brasil. - Respondem mais uma vez.
- E onde existem as melhores cantinas, que servem os melhores almoços, com boas sobremesas?
- Nas escolas do Brasil!
A professora ainda insaciada, continua:
- Onde é que vivem as crianças mais felizes do mundo?
- No Brasil! - Respondem os alunos com a lição bem estudada.
Os tradutores lá iam informando a comitiva estrangeira que abanava a cabeça, cépticos.
Nisto uma garota no fundo da sala começa a chorar baixinho.
Com as televisões em transmissão direta, Lula, para impressionar convidados e jornalistas, pondo-se a jeito para as câmaras, resolve acudir à menina perguntando-lhe:
- Que tens minha Menina?
Resposta imediata da menina, soluçando:
- QUERO IR PARA O BRASIL!
Docentes não são culpados pelos problemas na Educação
Para a maioria dos eleitores brasileiros, o poder público é o grande responsável pela qualidade da educação brasileira. É o que revela pesquisa realizada entre 13 e 18 de maio pelo Ibope Inteligência, Campanha Todos pela Educação e Fundação SM com 2 mil eleitores com mais de 16 anos em todo o País.
Os resultados mostram que, para apenas 10% dos entrevistados, os professores - muitas vezes apontados como responsáveis pelo fracasso ou sucesso do ensino - são os mais determinantes para a qualidade da educação. Em 2006, quando a mesma pesquisa foi feita, 27% dos entrevistados consideravam os docentes tão responsáveis pelo sucesso do ensino quanto o governo federal (também com 27% das afirmações). Os professores só perdiam para o Ministério da Educação, avaliado por 29% da amostra como o principal ator nesse processo. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais.
http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/qualidade+da+educacao+basica+depende+do+estado+aponta+ibope/n1237657507763.html
AINDA SOMOS CONFIÁVEIS
Pesquisa internacional, realizada em 19 países, incluindo o Brasil, mostra que os professores de ensino fundamental e médio estão entre os profissionais que têm maior credibilidade junto à população. Segundo o estudo da empresa alemã GfK, 87% dos brasileiros confiam nos docentes, que ficaram em terceiro lugar numa lista de 18 profissões e organizações, atrás apenas dos bombeiros (98%) e carteiros (92%).
Em comparação com o ano passado, os professores subiram uma posição no ranking de confiabilidade, empatando com os médicos. Pelo segundo ano consecutivo, o último lugar foi ocupado pelos políticos, que têm a confiança de apenas 11% da população – no ano passado eles tinham 16% de credibilidade.
A pesquisa foi realizada no Brasil, 15 países da Europa, EUA, Colômbia e Índia com 18.800 pessoas - sendo mil brasileiros - com idades acima de 18 anos, entre os dias 1º e 29 de março de 2010. No âmbito internacional, os professores ultrapassam os carteiros e ficam em segundo lugar no ranking, mas os políticos continuam na última posição.
fonte: http://www.undime.org.br/htdocs/index.php?id=6118
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